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Francisco Louçã

Professor universitário. Ativista do Bloco de Esquerda.

Artigos do Autor(a)

24 de Fevereiro, 2012 - 12:53h

Este é um bom momento para estudar o capitalismo realmente existente. 

26 de Janeiro, 2012 - 15:15h

A rejeição da troika e do seu governo é o ponto de partida das alianças necessárias para vencer a austeridade.

22 de Janeiro, 2012 - 13:40h

Quando foi publicado o seu primeiro livro, “As Benevolentes”, Jonathan Littell, um norte-americano que escreve em francês, revelou-se como um dos grandes autores do nosso tempo. “As Benevolentes” são a “Guerra e Paz” do século XXI, escrito como um filme sobre a tragédia do nazismo e da guerra europeia de 1939-1945. Publicado por Francisco Louçã em nota no facebook

19 de Janeiro, 2012 - 14:37h

João Aguardela morreu a 18 de janeiro de 2009, ainda não tinha completado 40 anos. Publicamos aqui a nota de Francisco Louçã no facebook, de setembro de 2011, quando foi lançada a primeira biografia do artista escrita pelo jornalista Ricardo Alexandre.

22 de Dezembro, 2011 - 11:37h

A sugestão de Vítor Bento para a discussão da saída do euro é simplesmente um favor à medida da senhora Merkel.

13 de Dezembro, 2011 - 11:50h

A finança tornou-se dona do mundo. Um dos instrumentos desta dominação são as três irmãs, as principais agências de rating, que dominam quase 95% deste mercado mundial.

30 de Novembro, 2011 - 00:07h

O debate nas esquerdas acerca da resposta à crise da dívida é fundamental para definir a política socialista. É disso que trata este texto.

15 de Outubro, 2011 - 17:25h

Os resultados desmentem a superioridade da escola privada. E isso acontece tanto nas avaliações nacionais como nas suas comparações com resultados internacionais.

21 de Abril, 2011 - 00:12h

Havia alguma coisa para negociar entre cada partido e o FMI com a Comissão Europeia? A resposta honesta é não: o comunicado do Ecofin que determina o mandato desta “missão” estabelece que as medidas a impor são as do PEC4 e mais alguma coisa por acrescento.

9 de Março, 2011 - 05:35h

O que impressiona no artigo de Freire é a forma da política que propõe: é uma política deserta, sem qualquer programa político, sem qualquer ideia a propor aos eleitores, sem qualquer proposta para o país senão a participação governamental do seu novo partido.

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