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Francisco Louçã

Professor universitário. Ativista do Bloco de Esquerda.

Artigos do Autor(a)

6 de Junho, 2019 - 22:41h

O deslumbramento de alguns dos dirigentes socialistas e opositores dos acordos com a esquerda, que agora namoram a ideia de uma aliança PS-PAN, diz muito da forma descuidada e impante como se tratam as respostas que um partido deve ao país.

4 de Junho, 2019 - 13:11h

Os números do emprego escondem uma realidade, a uberização do trabalho, com a consequente degradação tanto das condições contratuais quanto dos salários.

30 de Maio, 2019 - 11:12h

Percebo a tentação de projetar os resultados das europeias numa contagem hipotética de deputados nas legislativas. É interessante, desde que se saiba que é uma fábula.

24 de Maio, 2019 - 15:58h

O PS gaba-se de querer exportar a ‘geringonça’ para a Europa. Se essa exportação se resume a um acordo com o neoliberalismo, qualquer coisa não bate certo.

23 de Maio, 2019 - 20:36h

A história da “frente progressista” não é boa, não é nova e nem sequer sei se chega a ser uma história, pois já aterra com um cadastro demasiado pesado.

22 de Maio, 2019 - 12:06h

Pode criticar-se tudo a Berardo, que se expôs como o pato feio da fábula, mas o que não se pode ignorar é o retrato dessa elite que, entre negócios e oportunidades, foi amassando fortunas do século XIX até hoje.

17 de Maio, 2019 - 10:21h

A primeira sondagem depois da grandiosa crise política, revelou que o PS só subiu uns pequenitos 0,8% em relação ao mês anterior, mantendo-se sempre abaixo dos valores de 2018.

14 de Maio, 2019 - 10:15h

As “contas certas” do Governo são como interruptores, ora para cima ora para baixo. Esse menu de contas variáveis justificou uma demissão espampanante.

9 de Maio, 2019 - 10:43h

A direita ficou em transe porque ajudou o primeiro-ministro a tornar-se o melhor defensor da sua posição histórica de que se deve limitar os salários como modo de ajustamento orçamental.

6 de Maio, 2019 - 22:03h

O argumento de Costa é que as parcerias público-privadas são poucas e pouco relevantes. De facto, não são pouca coisa: recebem €2000 milhões por legislatura.

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