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Francisco Louçã

Professor universitário. Ativista do Bloco de Esquerda.

Artigos do Autor(a)

14 de Dezembro, 2021 - 11:31h

Há uma razão para a pressão tão arrogante da OCDE, como também para a submissão de vários governos à sua agenda: o que estes “peritos” nos dizem é que há uma prioridade acima de todas, reforçar a disciplina social e a subjugação do trabalho. É só isso que está em causa.

10 de Dezembro, 2021 - 22:46h

Cada Governo procura, antes de mais, satisfazer a sua opinião pública, e o caminho mais fácil é induzir medo em vez de prudência, mesmo onde não há campanha eleitoral.

5 de Dezembro, 2021 - 21:52h

Em 2021, a Moderna teve 18 mil milhões de lucros e espera chegar aos 35 mil milhões no próximo ano. Agora, ao recusar a copropriedade da patente ao NIH, reclama um ganho de mercado que fará uma fortuna. Há quem lhe chame ganância.

4 de Dezembro, 2021 - 22:02h

Isto de castigar os imigrantes ou de prometer a bandeira nacional contra Bruxelas vem com a função. Rui Rio repetiu nos Açores o refrão do ataque à subsidiodependência.

29 de Novembro, 2021 - 20:09h

Se o próximo Governo já tem o malfadado Orçamento e se a remodelação já está “compactada”, para que foi todo o dramalhão? Alguém ainda se lembra de qual foi a razão da crise que levou a exigir a maioria absoluta do partido que, se a falhar, se dispõe a pactuar com o PSD?

26 de Novembro, 2021 - 21:31h

A globalização criou uma das mais impressionantes viragens na distribuição do rendimento. E a discussão sobre as alterações climáticas também é uma história sobre desigualdade.

19 de Novembro, 2021 - 22:03h

O “Jogo da Lula” tem uma força universal por ser a representação mais cruenta do reverso do sucesso do capitalismo: a série retrata o inferno e fá-lo sem disfarces nem condescendência.

13 de Novembro, 2021 - 11:14h

A identidade da maior parte da população está agora ancorada no seu reconhecimento por via das plataformas das poucas empresas que constituem a oligarquia desta infraestrutura em rede.

5 de Novembro, 2021 - 23:31h

Pode Costa pensar que terá ganhos de curto prazo com uma trovoada eleitoral recusando soluções na saúde ou na justiça social, ou no emprego e salários. Só que o que tem que ser tem muita força.

2 de Novembro, 2021 - 08:52h

Arnaut e Semedo tinham proposto “o tempo completo e a dedicação exclusiva como regime de trabalho dos profissionais do SNS”, mas o PS só aceitou “a dedicação plena como regime de trabalho dos profissionais de saúde”. Nada de exclusividade. A diferença de palavras até escondia o que viria depois.

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