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Eric Toussaint

Politólogo. Presidente do Comité para a Anulação da Dívida do Terceiro Mundo

Artigos do Autor(a)

19 de Agosto, 2014 - 14:33h

Se arriscarmos fazer uma comparação entre o tratamento a que a Grécia está sujeita e aquele que foi aplicado à Alemanha, após a Segunda Guerra Mundial, as diferenças e a injustiça são surpreendentes. Por Éric Toussaint.

14 de Agosto, 2014 - 22:06h

O Banco Central Europeu (BCE) anunciou na quinta-feira, 7 de Agosto de 2014, que mantinha as medidas adotadas na reunião de 5 de junho de 2014. As decisões tomadas pelo BCE não vão melhorar a situação económica, não vão permitir gerar mais emprego, nem melhorar as condições de vida da população da Zona Euro.

5 de Agosto, 2014 - 23:22h

Desde o final da Segunda Guerra Mundial até hoje, as grandes potências recusaram criar um Plano Marshall para os países em desenvolvimento (PED), mantendo-os no endividamento. Desta forma, conseguem extrair o maior rendimento possível sob a forma de pagamento de dívida e também e sobretudo impor políticas de acordo com os seus interesses e assegurar a lealdade dos PED às instituições internacionais.

29 de Julho, 2014 - 11:30h

O Banco Mundial e o FMI violaram a Carta e várias resoluções das Nações Unidas, apoiando a política colonial da ditadura de Salazar em Portugal e do regime de apartheid na África do Sul.

27 de Julho, 2014 - 18:42h

Contrariamente a uma ideia aceite, a missão do Banco Mundial não consiste na redução da pobreza nos países em desenvolvimento. Artigo publicado no portal do CADTM, o segundo da série "Os setenta anos de Bretton Woods, do Banco Mundial e do FMI".

22 de Julho, 2014 - 23:49h

Há setenta anos, a 22 de julho de 1944, terminava a conferência de Bretton Woods, da qual resulta a criação do Banco Mundial e o FMI. Para evitar a repetição de crises do tipo da de 1929, mas também para assegurar a sua liderança no mundo, após a Segunda Guerra Mundial, o governo dos Estados-Unidos dedica-se desde cedo à criação de instituições financeiras internacionais.

5 de Julho, 2014 - 21:55h

Dizem que são "demasiado grandes para falir" mas na verdade são "demasiado grandes para acabar na prisão". Aqui ficam algumas das fraudes dos gigantes da banca mundial: BNP Paribas, Deutsche Bank, Royal Bank of Scotland, Crédit Suisse, Bank of America, Goldman Sachs, JP Morgan, entre outros.

29 de Maio, 2014 - 23:44h

A forma permissiva com que as autoridades dos principais países industrializados tratam a manipulação das taxas de juro demonstra às claras que a nova doutrina "demasiado grande para ser condenado" se aplica a grande escala.

22 de Maio, 2014 - 01:04h

O HSBC está envolvido em inúmeros crimes financeiros, desde o branqueamento de capitais, à manipulação do mercado de taxas de câmbio e de juros interbancários, venda abusiva e fraudulenta de derivados sobre as taxas de juros e de créditos hipotecários nos EUA, manipulação das cotações do ouro e prata e organização a grande escala da evasão fiscal de importantes fortunas. 

27 de Abril, 2014 - 23:15h

No decurso do último década, o HSBC colaborou com os cartéis da droga do México e da Colômbia – responsáveis por (dezenas de) milhares de assassínios com armas de fogo – no branqueamento de dinheiro num montante de cerca de 880 mil milhões de dólares. As relações comerciais do banco britânico com os cartéis da droga perduraram, apesar das dezenas de notificações e avisos de diversas agências governamentais dos EUA.

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