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Trabalhadores das empresas de distribuição em greve a 31 de janeiro

De acordo com o site da CGTP, a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) está a arrastar o processo negocial de revisão dos salários dos trabalhadores desde 2016. Os trabalhadores farão greve por melhores condições laborais.
Fotografia: facebook do CESP. Ação de denúncia da loja Aldi da Maia, que tem, de acordo com o CESP, impedido o sindicato de realizar plenários e contactar com os trabalhadores. Janeiro de 2020.
Fotografia: facebook do CESP. Ação de denúncia da loja Aldi da Maia, que tem, de acordo com o CESP, impedido o sindicato de realizar plenários e contactar com os trabalhadores. Janeiro de 2020.

Os trabalhadores exigem aumento dos salários, valorização das carreiras e qualificações profissionais, horários de trabalho regulados que permitam conciliar a vida profissional com a vida pessoal e a passagem a contrato sem prazo de todos os trabalhadores que ocupam postos de trabalho permanente.

O processo negocial de revisão dos salários dos trabalhadores, acusa o sindicato, arrasta-se desde setembro de 2016.

O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) denunciou ainda que um trabalhador que entre neste sector de atividade tenha um salário igual a quem já está “há mais de vinte anos, numa clara aposta destas empresas na desvalorização das carreiras profissionais”.

O CESP considera ainda que a última proposta patronal para aumento dos salários é “uma vergonha pra um sector onde são gerados milhões de euros de lucros” e exige um aumento salarial de 90 euros para cada trabalhador.

 

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