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Trabalhadores da Petrogal em greve por 5 dias

Esta segunda-feira, os trabalhadores da Petrogal deram início a uma greve que estará em vigor até à próxima sexta-feira. Em causa estão as melhores condições de trabalho e a “ofensiva patronal” pela caducidade da contratação coletiva.
Imagem da greve dos trabalhadores da manutenção da refinaria de Sines em janeiro deste ano.
Imagem da greve dos trabalhadores da manutenção da refinaria de Sines em janeiro deste ano.

Os protestos que ocorreram ao longo do ano têm assim continuidade neste protesto convocado pelo Sindicado da Indústria e Comércio Petrolífero (SICOP) e pela Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Elétricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas (Fiequimetal/CGTP-IN).

Através de um comunicado, a Fiequimetal afirmou que a administração, agora liderada por Paula Amorim, “continua a não apresentar propostas que permitam alcançar um acordo duradouro, com manutenção de direitos e melhoria das condições de vida e de trabalho de todos os trabalhadores”.

A Petrogal/Galp atinge lucros astronómicos, tendo chegado aos 602 milhões de euros em 2017, mas continua a afirmar ter dificuldades económicas para justificar o pedido de caducidade dos contratos coletivos.

Assim, os trabalhadores juntaram-se numa greve, tendo os objetivos de parar a tentativa da empresa de terminar a contratação coletiva, aumentar os salários, rejeitar a eliminação de direitos dos trabalhadores por turnos. Para mais, querem o fim da desregulação e do aumento dos horários.

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