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Trabalhadores da AMTROL-ALFA em greve a 2 de junho

Os trabalhadores da AMTROL-ALFA, considerada a maior produtora de botijas de gás da Europa, lutam por aumentos salariais, pela negociação do caderno reivindicativo e acusam a empresa de promover uma política de discriminação salarial.
Manifestação dos trabalhadores da AMTROL-ALFA em 14 de maio de 2021 - Foto do Site-Norte/CGTP
Manifestação dos trabalhadores da AMTROL-ALFA em 14 de maio de 2021 - Foto do Site-Norte/CGTP

Segundo o sindicato SITE-Norte da CGTP, a administração da empresa “continua a ignorar o descontentamento dos trabalhadores”, recusa-se a negociar o caderno reivindicativo e procura promover “uma política de discriminação salarial entre os seus trabalhadores”.

No dia 14 de maio de 2021 iniciaram esta luta, com uma paralisação de três horas, concentraram-se à porta da empresa e desfilaram na estrada Guimarães-Famalicão. Em notícia de O Minho, que inclui vídeo da manifestação dos trabalhadores, Joaquim Costa, delegado sindical da CGTP na empresa, declara que os trabalhadores paralisaram entre as 13h30 e 16h30, reivindicando “aumento salarial digno” e “melhores condições de trabalho”.

A AMTROL-ALFA é uma grande empresa situada em Brito, no concelho de Guimarães. Segundo o Abril Abril, a empresa é considerada a maior produtora de botijas de gás da Europa e “pertence, desde há quase quatro anos, ao Grupo Worthington Industries, com sede em Columbus, Ohio, nos EUA”.

Face à atitude da administração de "não aceitar negociar as propostas reivindicativas", os trabalhadores, após o protesto de 14 de maio, decidiram por unanimidade voltar à greve e realizarem uma concentração à porta da empresa nesta quarta-feira, 2 de junho. Reivindicam negociação do caderno reivindicativo e justa valorização das carreiras e categorias profissionais, recusam as discriminações salariais, segundo o SITE-Norte.

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