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Trabalhadores da Amarsul manifestam-se nesta segunda-feira

Trabalhadores da Amarsul manifestam-se nesta segunda-feira na Cova da Piedade, a partir das 10h da manhã, para reivindicarem aumentos de salários, atualização e atribuição de subsídios e fim da precariedade.
Trabalhadores da Amarsul manifestam-se nesta segunda-feira - Foto CGTP
Trabalhadores da Amarsul manifestam-se nesta segunda-feira - Foto CGTP

Trabalhadores e trabalhadoras vão protestar nesta segunda-feira, 9 de maio, por a administração da empresa não ter alterado a sua proposta inicial de aumentos salariais de 1% para 2022 e também por não ter apresentado propostas de atualização dos subsídios de refeição e transporte, nem ter proposto a atribuição do Subsídio de insalubridade, penosidade e risco.

A concentração dos trabalhadores e trabalhadoras terá lugar às 10h na Praça da Portela “Portão Verde”, Cova da Piedade, às 10h. Depois, irão deslocar-se para o Chalet Ribeiro Teles, também na Cova da Piedade. Realizarão então um plenário geral de trabalhadores/as para aprovarem uma resolução e entregarem ao acionista Câmara Municipal de Almada, segundo a CGTP, que anuncia que Isabel Camarinha estará presente na concentração.

As reivindicações do protesto são aumentos de salários; atualização do subsídio de refeição e transporte; atribuição do subsídio de insalubridade, penosidade e risco; fim da precariedade na empresa.

A Amarsul é a empresa que é responsável pelo tratamento e valorização dos resíduos urbanos produzidos na Península de Setúbal, englobando os municípios de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal. São acionistas da empresa, a EGF (Empresa Geral do Fomento), com 51% do capital, e as Cãmaras dos 9 concelhos (que repartem os 49% do capital). No ano de 2019 a empresa tinha 252 trabalhadores e trabalhadoras, sendo 83% do sexo masculino. Em relação ao tipo de contrato, 188 era sem termo, 61 a termo certo, 2 a termo incerto e um cedência.

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