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Torres Novas: “Não faltámos à chamada quando foi preciso defender o povo desta terra”

Helena Pinto, candidata à Câmara Municipal de Torres Novas e atual vereadora, lembrou que há cinco anos o povo da terra “saiu à rua em defesa da Ribeira da Boa Água e do rio Almonda e contra a Fabrióleo” e defendeu “um novo alento à habitação” no concelho.
Helena Pinto destacou que “o Bloco de Esquerda propôs e conseguiu que todos os eventos neste concelho tenham tradução em Língua Gestual Portuguesa” - Foto de Andreia Quartau
Helena Pinto destacou que “o Bloco de Esquerda propôs e conseguiu que todos os eventos neste concelho tenham tradução em Língua Gestual Portuguesa” - Foto de Andreia Quartau

No comício realizado em Torres Novas, Helena Pinto começou por destacar que “o Bloco de Esquerda propôs e conseguiu que todos os eventos neste concelho tenham tradução em Língua Gestual Portuguesa”.

“Cumprimos o nosso programa, honrámos os nossos compromissos, não faltámos à chamada quando foi preciso defender o povo desta terra”, realçou a vereadora do Bloco de Esquerda.

Helena Pinto recordou também que “faz hoje cinco anos que o povo desta terra saiu à rua em defesa da Ribeira da Boa Água, em defesa do rio Almonda e contra a poluição da Fabrióleo”. E, dirigindo-se a diversas pessoas presentes no comício, lembrou a sua participação naquela luta.

Reafirmando que “nunca faltámos à chamada”, citou também o caso dos trabalhadores precários da Câmara, que passaram a efetivos, e assinalou, recebendo uma grande salva de palmas: “Temos uma mágoa, a de não conseguirmos integrar as trabalhadoras da limpeza, que continuaremos a defender que sejam trabalhadoras da administração pública”.

Helena Pinto lembrou também o “apoio ao comércio do centro histórico da cidade” e outras ações de defesa das pessoas, durante a pandemia.

“Levámos todos os problemas à Câmara Municipal, pressionámos e exigimos mais transparência”, salientou a vereadora bloquista, sublinhando: “Fomos pioneiros em muitas propostas”, como o direito à água.

Helena Pinto destacou também que na candidatura do Bloco “existe uma grande componente de uma nova geração que quer tomar conta do futuro de Torres Novas”, salientando que é preciso “promover a mudança que é necessária”.

“Precisamos de novo alento na habitação” apontou também a vereadora bloquista, referindo que no concelho há apenas 88 casas de habitação pública, há cerca de 500 pedidos de habitação e nos últimos dez anos o concelho perdeu 7% da população.

Helana Pinto disse ainda que é preciso “transparência”, “urbanismo, ao serviço da população”, comunicação com a população e “estimular a participação”. Defendeu também os TUT - Transportes Urbanos Torrejanos, gratuitos e para todos.

A vereadora bloquista apontou ainda a necessidade de “políticas que respondam às alterações climáticas”, sublinhando que “o planeta exige que sejamos responsáveis”.

Salientando que são precisos novos protagonistas e criticando as maiorias absolutas, Helena Pinto afirmou, a concluir: “Disponibilizamo-nos a trabalhar com todos para o futuro. Torres Novas tem Futuro” e frisou ainda que “o Bloco de Esquerda é uma garantia” de que “nenhum voto será desperdiçado”.

Neste comício intervieram também Catarina Martins, que salientou que "O Bloco foi o único partido a enfrentar as elétricas para baixar a conta da luz" e Luís Fazenda, que criticando PS e PSD, afirmou: “Tirem da Constituição o que lá puseram e que impede a regionalização”.

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