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“Temos a certeza que é possível fazer muito melhor”

Em campanha no Fundão, Catarina relembrou que, em 2015, foi o voto no Bloco que permitiu um caminho de valorização dos salários. Neste novo ciclo, “é possível fazer muito melhor no combate à precariedade, na valorização das pensões e reforço do SNS”.
Foto de Pedro Almeida, esquerda.net

Percorrendo o interior do país para marcar o início da campanha eleitoral, Catarina Martins esteve esta segunda-feira no Fundão, onde lhe falaram sobre a dificuldade no acesso aos serviços públicos, nomeadamente da falta de médicos e do trabalho precário. “Precisamos de soluções para que o país respeite quem trabalha. É sobre essas soluções que o Bloco irá falar todos os dias nesta campanha, porque temos a certeza que é possível fazer muito melhor”, começou por dizer.

E questionou: “Quais são as soluções para o dia a seguir às eleições?” Para a coordenadora do Bloco de Esquerda, “é possível acabar com os cortes nas pensões que são profundamente injustos, é possível termos carreiras no SNS e contratar os 600 médicos para que ninguém fique sem médico de família, é possível acabar com a precariedade no trabalho”.

A força do Bloco “será aquela que vai permitir esse contrato de governação, que abra um novo ciclo no país, pela pensão, pelo salário, contra a precariedade”.

“A intransigência do Partido Socialista para que o trabalho continue a ser precário e o salário médio seja cada vez mais o salário mínimo, é uma intransigência que ninguém percebe no país e que tem de ser ultrapassada. Só será ultrapassada com a força do Bloco de Esquerda”, afirmou.

E relembrou que “foi assim em 2015, quando o PS insistia em congelar as pensões e facilitar o despedimento”, e foi a força da esquerda que permitiu impor “outro caminho ao país”.

Por seu lado, a direita “não tem nenhuma solução. Para a Saúde o que propõe é privatizar a Saúde”, algo que pode acontecer “mais depressa ou mais devagar, mas não têm outra proposta”. É por isso que “é tão importante a força à esquerda, com o Bloco de Esquerda como terceira força política no país”, concluiu Catarina.

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