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“Reabrir e requalificar as linhas de ferrovia que fazem coesão territorial”

Catarina Martins esteve este sábado em Amarante, onde alertou que se perdeu 30% da ferrovia nas últimas décadas e defendeu a reabertura da Linha do Tâmega e das linhas que “unem as populações”.
Catarina Martins em Amarante - Foto de Paula Nunes
Catarina Martins em Amarante - Foto de Paula Nunes

“Nas últimas décadas, perdeu-se 30% da ferrovia”, criticou a coordenadora do Bloco, lamentando que “em Portugal, apenas 4% do transporte de passageiros e do transporte de mercadorias”, seja feito por ferrovia, muito abaixo dos indicadores da Europa.

“Aqui onde estamos, em Amarante em 2009, esteve Ana Paula Vitorino, então secretária de Estado dos Transportes, a anunciar que a linha do Tâmega ia encerrar por dois anos para ser requalificada”, lembrou Catarina Martins e criticou: “Ora, fechou há mais de dez anos e nunca mais houve comboio a servir esta população”.

“O Bloco de Esquerda propõe uma reabertura destas linhas que unem todo o país, que são importantíssimas do ponto de vista ambiental”, da “coesão territorial”, da “criação de emprego”, anunciou a deputada.

A coordenadora bloquista frisou ainda: “Reabrir e requalificar a linha do Tâmega como as outras linhas que unem as populações e fazem coesão territorial tem de ser a aposta dos próximos anos”.

“Apresentámos um plano ferroviário nacional para isso mesmo e essa é uma proposta que achamos estruturante do ponto de vista do território e queremos que possa ser uma realidade na próxima legislatura”, apontou a concluir Catarina Martins.

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