Não obstante o Conselho de Segurança da ONU ter condenado, esta quarta-feira, as “violações generalizadas dos direitos humanos e o uso da força que as autoridades sírias empregam contra civis” e ter pedido que cessem “imediatamente todas as formas de violência”, as forças fiéis ao regime continuam a reprimir duramente a população síria.
Segundo relatou um activista à Agência Reuters, esta quarta-feira foram mortas, pelo menos, 45 pessoas durante o avanço dos tanques do exército sírio pelo centro de Hama.
"Todas as comunicações foram cortadas. O regime está a concentrar todos os órgãos de comunicação social no julgamento de Hosni Mubarak enquanto destroem Hama", disse à Reuters um dos moradores que estava na cidade, por telefone via satélite.
Trípoli foi, entretanto, palco de uma manifestação a favor da queda do regime do presidente sírio Bashar al-Assad, que contou com a presença de cerca de 300 pessoas.
Segundo o correspondente da AFP, os protestos começaram nas portas de várias mesquitas após a oração nocturna que põe fim ao jejum do Ramadão.