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Plano Nacional de Vacinação com novas prioridades

Novo Programa Nacional de Vacinação que introduz a vacina contra a tosse convulsa para grávidas e coloca a BCG apenas para grupos de risco, entra em vigor em janeiro de 2017.
O Plano Nacional de Vacinação vai sofrer alterações em 2017
O Plano Nacional de Vacinação vai sofrer alterações em 2017

A Direção Geral de Saúde divulgou esta segunda-feira uma nota referindo que o Novo Programa de Vacinação (PNV) define novos esquemas vacinais gerais que se prendem com a idade e também específicos destinados a grupos de risco ou que se encontrem em circunstâncias especiais.

Estão nesta caso as grávidas entre as 20 e as 36 semanas de gestação, que passam a ser vacinadas contra a tosse convulsa - com a vacina contra o tétano, a difteria e a tosse convulsa.

Vacina com seis valências

A partir de janeiro de 2017, as crianças entre os dois e os seis meses levarão uma vacina com seis valências: contra a hepatite B, contra a doença invasiva que pode provocar meningites e sepsis, contra a difteria, tétano e tosse convulsa.

A vacina BCG contra a tuberculose passa a ser dada apenas a crianças e pessoas com risco acrescido para determinadas doenças.

É introduzida ainda a vacina contra a meningite B (neisseria meningitidis) mas é também dada apenas a crianças consideradas de risco para certas doenças.

Aos cinco anos passa a ser administrada a segunda dose da vacina combinada contra o sarampo, a parotidite epidémica e a rubéola.

Aos 10 anos de idade as raparigas passam a fazer a primeira dose da vacina contra infeções pelo HPV (vírus do papiloma humano).

Por seu turno, cabe ainda registar alterações nos reforços contra o tétano, difteria e tosse convulsa em adultos e adolescentes: a primeira dose é aos 10 anos de idade com reforços posteriores aos 25, 45, 65 anos e após esta idade de 10 em 10 anos.

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