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Papel do Eurogrupo “tem sido impor políticas de austeridade um pouco por todos os países"

Reagindo à candidatura do ministro das Finanças ao Eurogrupo, Catarina Martins afirmou que "ter ou não ter um responsável português à frente de uma instituição europeia" não é “condição de melhoria para o país".

"Ter ou não ter um responsável português à frente de uma instituição europeia não significa nada em concreto para Portugal" e "não é condição de melhoria para o país", até porque "o problema não é quem preside ao Eurogrupo, mas sim o Eurogrupo", frisou a coordenadora do Bloco.

Segundo Catarina Martins, o Bloco "vê o Eurogrupo como um grupo informal da União Europeia, sem nenhuma legitimação que se compreenda, e cujo papel tem sido impor políticas de austeridade um pouco por todos os países".

A par de Mário Centeno, são candidatos à sucessão de Jeroen Dijsselbloem, o luxemburguês Pierre Gramegna, o eslovaco Peter Kazimir, e a letã Dana Reizniece-Ozola.

A escolha do futuro presidente do Eurogrupo será feita através de uma votação por maioria simples, que terá lugar na próxima segunda-feira, em Bruxelas.

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