O Bloco de Esquerda "vai dar um salto” nestas eleições

19 de setembro 2017 - 13:32

Em visita à Maia, no distrito do Porto, Catarina Martins declarou estar “absolutamente convencida” de que “o Bloco de Esquerda vai dar um salto” e ter “vereadores e presença decisiva em muitas autarquias deste país”.

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Para Catarina Martins, o Bloco é a melhor resposta à “alternância e rotativismo que tem existido nas forças políticas” a nível autárquico, com soluções “presidencialistas” e muitas vezes “clientar, pouco transparente”. 
Para Catarina Martins, o Bloco é a melhor resposta à “alternância e rotativismo que tem existido nas forças políticas” a nível autárquico, com soluções “presidencialistas” e muitas vezes “clientar, pouco transparente”. 

Em visita à Maia, no distrito do Porto, Catarina Martins declarou estar “absolutamente convencida” de que “o Bloco de Esquerda vai dar um salto” e ter “vereadores e presença decisiva em muitas autarquias deste país”. 

A coordenadora do Bloco foi esta terça-feira questionada sobre as expectativas do partido para os resultados eleitorais de 1 de outubro. “O Bloco de Esquerda apostou nestas eleições nas pessoas que melhor conhecem os seus concelhos”, disse Catarina Martins na Maia, onde, explicou, o deputado municipal do Bloco, Silvestre Pereira, eleito em 2013,  “tem feito mais pelas questões concretas da Maia do que qualquer um dos vereadores da oposição. E é por isso que as pessoas o reconhecem”, disse.

Para Catarina Martins, o Bloco é a melhor resposta à “alternância e rotativismo que tem existido nas forças políticas” a nível autárquico, com soluções “presidencialistas” e muitas vezes “clientar, pouco transparente”. 

O esforço de “colocar à frente do nosso projeto autárquico as pessoas que melhor conhecem os concelhos, que melhor conhecem os municípios e que mais se têm destacado nas questões concretas das populações é a maior aposta do Bloco de Esquerda nas eleições autárquicas”, disse ainda. Porque “as pessoas que estamos a candidatar são pessoas que vão ficar nos concelhos. Pessoas que vivem aqui. Que trabalham aqui e têm feito intervenção política nos concelhos onde se candidatam”, reforçou. 

"É um percurso que tem sido mais difícil de mudança política, mas nós acreditamos que essa mudança política é necessária e que é possível", assegurou.

Na opinião de Catarina Martins, as pessoas que "se preocupam com a transparência e o combate ao clientelismo ou à corrupção" precisam que nos municípios esteja quem lute pelas suas vidas e não marque apenas posições partidárias e "sabem como é precisa a força do BE nas autarquias".