João Paulo Cardoso e Fábio Capinha são os candidatos do Bloco em Óbidos

26 de julho 2017 - 17:03

Na apresentação da candidatura, João Cardoso falou de “apoiar e promover a gestão de espaços verdes e florestas sustentáveis”, bem como promover a “literacia ambiental, através de uma cidadania inclusiva e visionária”.

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João Paulo Cardoso e Fábio Capinha, candidatos do Bloco em Óbidos.

Atualmente deputado municipal, João Paulo Oliveira Cardoso é o cabeça de lista do Bloco à Câmara Municipal de Óbidos, como candidato independente.

Com 58 anos de idade, é residente em Óbidos desde 1967. Exerce a profissão de técnico de justiça principal no ministério público no tribunal de Caldas da Rainha e é licenciado em Direito, Ciências Juridico-Políticas.

No discurso de apresentação da candidatura, João Cardoso declarou “vamos dar início ao Orçamento Participativo”. E em nome de uma “correta gestão do Ambiente (…) vamos desenvolver esforços para manter as praias acessíveis e a Lagoa de Óbidos limpa”.

Garantiu ainda que iria “promover e efetivar uma políticas de apoios sociais”, reduzir “a taxa de IMI”, “apoiar e promover a gestão de espaços verdes e florestas sustentáveis”, bem como promover a “literacia ambiental, através de uma cidadania inclusiva e visionária”. 

Fábio Capinha, cabeça de lista à Assembleia Municipal, o músico e activista do Bloco de Esquerda tem 25 anos e é estudante universitário no Instituto Politécnico de Leiria, 

“Para além de vila de eventos”, disse, “gostava que Óbidos fosse também o município de turismo do ambiente, onde pudéssemos passear sem ter de comprar bilhete”, começou por dizer no seu discurso de apresentação. 

“Gostaria também que o trabalho aqui fosse justo e que a precariedade fosse combatida” pelo poder local, acabando com os “estágios mal remunerados e falsos recibos verdes”, disse. “Imagine-se uma política cultural onde os agentes culturais são pagos a tempo e a horas”, continuou, defendendo que Óbidos tem de ser um município precariedade zero. 

Criticou também a política de transportes públicos, “uns bichos raros que de vez em quando vemos passar” e que nunca se constituem “realmente como alternativa ao transporte individual”. Defendo por isso “ciclivias a ligar todo o concelho”, algo “tão bom como ter uma vila literária com uma biblioteca requalificada”