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Israel ataca de novo uma escola da ONU em Gaza, matando 10 pessoas

Apesar de ainda estar em vigor o período de cessar-fogo de 72 horas estabelecido entre o governo de Netanyahu e o Hamas, a pedido dos EUA e da ONU, Israel voltou a bombardear uma escola da ONU em Gaza. Só neste domingo, Israel já matou 37 pessoas e desde o início deste massacre o número de pessoas mortas ascende já a 1.737.
As tropas israelitas voltaram a bombardear uma escola da ONU em Gaza, matando 10 pessoas e ferindo 30, pelo menos. Na escola encontravam-se centenas de pessoas palestinianas

Israel bombardeou fortemente neste domingo a cidade de Rafah no sul de Gaza, tendo provocado a morte de 37 pessoas, pelo menos.

No pior ataque, as tropas israelitas voltaram a bombardear uma escola da ONU nesta cidade, matando 10 pessoas e ferindo 30, pelo menos. Na escola encontravam-se centenas de palestinianos.

O porta-voz da UNRWA (agência das Nações Unidas para os refugiados palestinianos no Médio Oriente), Chris Gunness, afirmou na sua conta no twitter: “De acordo com as primeiras informações, há muitos mortos e feridos na escola da UNWRA em Rafah, depois de um bombardeamento”.

É a terceira vez que uma escola da ONU em Gaza é atacada por Israel, nesta ofensiva contra a faixa e o povo palestiniano.

Um porta-voz do ministério da Saúde de Gaza, Ashraf Al Qidra, disse que a escola da ONU em Rafah foi atacada por um míssil lançado por um avião israelita. “As ambulâncias levaram as vítimas mortais e os feridos para um hospital próximo, enquanto se procura possíveis sobreviventes sob os escombros do edifício”, assinalou o porta-voz, salientando que vários edifícios próximos da escola também sofreram graves danos.

Segundo Al Qidra, o número de palestinianos mortos desde 8 de julho de 2014 ascende já a 1.737e os feridos a mais de 9.080 pessoas.

Entretanto, Israel confirmou a morte do militar israelita de 23 anos, que dizia ter sido raptado pelo Hamas.

Representantes do Hamas e da Jihad Islâmica chegaram ao Cairo, capital do Egito para participar em negociações de paz com Israel, mas o governo de Netanyahu recusou as negociações de paz, dizendo que não é possível confiar no Hamas.

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