Guiné: “Não se pratica a mutilação genital feminina em Cuitá”

16 de setembro 2018 - 10:57

De acordo com a agência Lusa, Binta Mandjam, líder das mulheres de Cutiá, no norte da Guiné-Bissau, afirmou que “há muito que não se pratica” a mutilação genital feminina em Cuitá.

PARTILHAR
Também as duas secretárias de Estado portuguesas terão apelado ao abandono da mutilação genital feminina.
Também as duas secretárias de Estado portuguesas terão apelado ao abandono da mutilação genital feminina.

As declarações terão ocorrido durante uma visita de cinco dias, que terminou este sábado, das secretárias de Estado portuguesas para Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, e da Saúde, Rosa Matos, que visitaram várias comunidades na capital e no interior da Guiné-Bissau.

Cuitiá é uma das localidades onde organizações da sociedade civil da Guiné-Bissae e de Portugal atuam no combate às práticas nefastas à saúde da mulher e da criança. Essas práticas incluem o casamento forçado e precoce e a mutilação genital feminina. O governo português é dos principais financiadores das ações dessas organizações.

Binta Mandjam, ainda de acordo com a agência Lusa, garantiu que naquela aldeia já não se pratica a excisão e que, caso saiba da sua ocorrência, irá denunciar a situação à presidente do comité para o abandono das práticas nefastas à saúde da mulher e da criança, Fatumata Djau Baldé.

Também as duas secretárias de Estado portuguesas terão apelado ao abandono da mutilação genital feminina.