As declarações terão ocorrido durante uma visita de cinco dias, que terminou este sábado, das secretárias de Estado portuguesas para Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, e da Saúde, Rosa Matos, que visitaram várias comunidades na capital e no interior da Guiné-Bissau.
Cuitiá é uma das localidades onde organizações da sociedade civil da Guiné-Bissae e de Portugal atuam no combate às práticas nefastas à saúde da mulher e da criança. Essas práticas incluem o casamento forçado e precoce e a mutilação genital feminina. O governo português é dos principais financiadores das ações dessas organizações.
Binta Mandjam, ainda de acordo com a agência Lusa, garantiu que naquela aldeia já não se pratica a excisão e que, caso saiba da sua ocorrência, irá denunciar a situação à presidente do comité para o abandono das práticas nefastas à saúde da mulher e da criança, Fatumata Djau Baldé.
Também as duas secretárias de Estado portuguesas terão apelado ao abandono da mutilação genital feminina.