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Greves na Portway no final de 2019 e no início de 2020

Entre 27 a 29 de dezembro os trabalhadores da Portway nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal estarão em greve por a empresa não ter cumprido o acordo de descongelamento de carreiras assinado em 2016. A este pré-aviso de greve juntou-se um outro ao trabalho extraordinário no período entre janeiro e final de março.
Imagem do aeroporto de Faro em 2008.
Imagem do aeroporto de Faro em 2008. Foto de Felix Koenig/wikimedia commons

O Grupo Vinci que administra a empresa Portway Handling de Portugal que presta serviços de assistência nos aeroportos nacionais não cumpriu o acordo assinado em 2016 de descongelar as carreiras no passado mês de novembro.

Esta é a principal razão invocada pelo SINTAC, Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil, para marcar um período de greve para os últimos dias do ano. Entre 27 a 29 de dezembro os trabalhadores paralisam ainda por outras razões. A empresa “começou a cortar abonos sociais e direitos adquiridos por todos os seus trabalhadores ao longo de 20 anos, não reconhecendo assim todo o esforço dos trabalhadores ao longo dos anos, e tudo isto com um único objetivo, o de não baixar os seus lucros a fim de poder encher ainda mais os cofres do Grupo Vinci”.

Apesar do corte de abonos e do congelamento de carreiras dos trabalhadores, durante o mesmo período os administradores receberam prémios.

A esta paralisação junta-se outra, já a partir de um de janeiro de 2020 e até ao final de março. Os trabalhadores farão greve ao banco de horas, ao trabalho extraordinário, às alterações de horário e aos fins de semana devido à empresa alterar unilateralmente o que está escrito no acordo de empresa.

No pré-aviso deste segundo período de greve, o SINTAC acusa ainda a empresa de fazer “tábula rasa” dos direitos adquiridos pelos trabalhadores da Portway “ao longo de quase 20 anos e de não responder ao sindicato.

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