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Greves da Transtejo e Soflusa sem serviços mínimos na véspera dos santos

Os trabalhadores reivindicam o desenvolvimento do processo de negociação da revisão do Acordo de Empresa, a valorização dos salários e a melhoria do serviço público. Tribunal arbitral não fixou serviços mínimos nas greves de 11 e 12 de junho.
Foto de Foto de João Carvalho/wikimedia.

Perante a ausência de qualquer perspectiva de uma conclusão viável do processo de negociação da revisão do Acordo de Empresa (AE), apesar das estruturas sindicais terem apresentado diversas propostas com vista, designadamente, à valorização salarial dos trabalhadores da Transtejo e da Soflusa, foram convocadas greves para os dias 11 e 12 de junho.

A greve dos trabalhadores marítimos da Soflusa, que liga o Barreiro e Lisboa, tem início ao primeiro turno do dia 12 e fim no último turno da noite, que acontece já na manhã de dia 13. Já os trabalhadores comerciais da empresa aderem à paralisação das 8h do dia 12 às 8h do dia 13. A greve dos restantes trabalhadores da Soflusa ocorre durante todo o dia 12 de junho.

Já os trabalhadores da Transtejo, empresa que assegura o transporte fluvial do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão à capital, decidiram realizar lutas nos dias 11 e 12 de junho, na forma de paralisações de 3 horas por turno.

O tribunal arbitral assinala que “não se acham preenchidos os pressupostos indispensáveis para a fixação de serviços mínimos, impondo-se apenas o cumprimento da obrigação de segurança".

 

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