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Grande Distribuição: Concentração de trabalhadores por aumentos de salários

Nesta terça-feira, realiza-se uma concentração de trabalhadoras e trabalhadores da grande distribuição, em frente ao ministério do Trabalho em Lisboa, exigindo aumentos salariais, correção de injustiças e revisão do contrato coletivo de trabalho. Outras ações estão marcadas para os próximos dias.
Trabalhadores da grande distribuição lutam por aumentos de salários, correção de injustiças e revisão do contrato coletivo de trabalho
Trabalhadores da grande distribuição lutam por aumentos de salários, correção de injustiças e revisão do contrato coletivo de trabalho

Nesta terça-feira, 6 de fevereiro, delegados sindicais, trabalhadoras e trabalhadores das empresas da grande distribuição vão concentrar-se, a partir das 11h, em frente ao ministério do Trabalho, uma ação convocada pelo CESP (sindicato do comércio escritórios e serviços).

O sindicato acusa a associação patronal (APED) de insistir na retirada ou redução de direitos, de não aumentar salários, nem corrigir injustiças e assinala que cerca de 40% dos trabalhadores recebem salários abaixo dos 600 euros e 80% abaixo dos 640 euros.

Além da ação desta terça-feira junto ao ministério do Trabalho em Lisboa, estão convocados outros cinco protestos:

- 5 fevereiro 2018 - 10h30 - Continente Portimão - Cabeço do Mocho

- 7 fevereiro 2018 - 11h - Continente Modelo de Mira Gaia

- 8 fevereiro 2018 - 11h - El Corte Inglês Vila Nova de Gaia

- 8 fevereiro 2018 - 15h - FNAC Santa Catarina, Porto

- 10 fevereiro 2018 - El Corte Inglês, Lisboa

Em comunicado, o sindicato aponta que os trabalhadores exigem aumentos de salários para todos os trabalhadores e também “o fim da tabela B (que se aplica em todos os distritos exceto Lisboa, Porto e Setúbal) e a promoção automática dos operadores de armazém até à categoria profissional de Operador Especializado”.

CESP refere também que não aceitam a redução do valor do trabalho suplementar, do trabalho prestado nos feriados e a imposição de banco de horas.

O sindicato, que pediu a conciliação ao ministério do Trabalho, considera que a luta é fundamental para o aumento de salários de todos os trabalhadores e também para “o fim da tabela B e a aplicação da tabela A (mais alta) a todos os trabalhadores”.

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