O anúncio foi feito pela ministra do Ambiente e Energia, Ségolène Royal no Twitter, referindo a publicação no Jornal Oficial da República do decreto que prevê a revogação da autorização de exploração da central mais antiga em funcionamento no país, situada junto à fronteira com a Alemanha.
O encerramento de Fessenheim, inaugurada em 1977, foi uma das promessas eleitorais de François Hollande, mas não tem data prevista. Ela só será uma realidade com a entrada em funcionamento de um novo reator na central de Flamanville, junto ao Canal da Mancha, que está prevista para 2019.
Le décret sur la fermeture de la centrale de #Fessenheim est signé et publié ce matin au JO. C'est dit c'est fait #transitionenergetique pic.twitter.com/LSR45LI9BB
— Ségolène Royal (@RoyalSegolene) 9 de abril de 2017
Encerrar Fessenheim divide também as opiniões dos principais candidatos às eleições presidenciais deste mês. Enquanto Macron, Mélenchon e Hamon defendem o encerramento da central nuclear, Fillon e Le Pen são contra. Existe por isso o risco, em caso de vitória da direita, deste decreto agora publicado ficar sem efeito.