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Fenprof: Faltam medidas para abrir as escolas em segurança

Mário Nogueira afirmou que a principal preocupação da Fenprof não é o calendário, mas a ausência de medidas sanitárias no plano de desconfinamento, como a vacinação a professores e não docentes.
Foto de Paulete Matos

Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), referiu esta sexta-feira que “não basta dizer as datas” para a reabertura das escolas. E exige o reforço das medidas sanitárias e da testagem, segundo notícia do Jornal Económico.

A falta de condições para a reabertura das escolas preocupa o líder sindical. Mário Nogueira afirmou que “não sei se é uma inevitabilidade mas é um risco. E é um risco grande”, lembrando que a Fenprof já tinha alertado para a falta de medidas no primeiro período escolar.

O dirigente alertou para o facto de o plano de desconfinamento não prever a vacinação dos professores e não docentes e do programa de rastreios, mas também “não há nada sobre a redução do número de alunos por turma para garantir distanciamento, não há nada sobre o reforço de pessoal auxiliar para garantir a limpeza dos espaços”.

Sobre o calendário apresentado pelo Governo, Mário Nogueira considerou que era expectável que assim fosse e vincou que essa não era a preocupação da estrutura sindical.

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