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Ex-presidente da Somague pede perdão de 67 milhões

De acordo com o jornal Correio da Manhã, o empresário Diogo Vaz Guedes, ex-presidente da Somague, pediu um perdão de dívida de 67,2 milhões de euros. Os grandes credores são o BCP e o Novo Banco, que, em 2017, já tinha avançado uma ação contra Vaz Guedes, tentando recuperar uma dívida de 4,3 milhões.
A Somague tem atividade como construtora em Portugal e mantém-se na órbita do grupo Sacyr.
A Somague tem atividade como construtora em Portugal e mantém-se na órbita do grupo Sacyr.

Esta dívida era relativa à Gespura, uma sociedade gestora de participações sociais que tinha a Aquapura como um dos principais ativos. Esta geria vários projetos hoteleiros em Portugal e no Brasil, mas foi resgatada e assumida por fundos internacionais devido a incumprimentos financeiros.

Anteriormente, Vaz Guedes liderava a Somague, que foi vendida ao grupo Sacyr em 2003, com uma encaixa financeiro de cerca de 180 milhões de euros.

A Somague tem atividade como construtora em Portugal e mantém-se na órbita do grupo Sacyr. Na semana passada, liderou um consórcio que garantiu a empreitada da ponte 25 de Abril, em Lisboa, por 12,6 milhões de euros.

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