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Évora: "Sem transparência na decisão, não há democracia que resista"

Raúl Rasga, candidato do Bloco à Câmara Municipal de Évora, assumiu na apresentação da candidatura o compromisso com a participação cidadã, o combate à especulação imobiliária e às alterações climáticas, que considera "o maior desafio que as cidades enfrentam hoje em dia”.
Raul Rasga, candidato do Bloco à Câmara Municipal de Évora - Foto de R/C Esquerdo | Facebook

Na apresentação da candidatura autárquica do Bloco de Esquerda em Évora realizada esta terça-feira, Raul Rasga, candidato à Câmara Municipal, começou por referir que “esta candidatura vai para além do Bloco, é uma candidatura de convergência no campo progressista”.

“Venho falar-vos de política para as pessoas, de política com as pessoas. Sem ouvir as pessoas, sem transparência na decisão, não há democracia que resista”, referiu o candidato.

Raúl Rasga assume um compromisso de “combate à especulação'', que acabe com os T0+1, uma coisa que nunca tinha visto, a 400 euros. Um compromisso que responda aos efeitos da pandemia, apoiando os micro e pequenos empresários, os trabalhadores que perderam o emprego, para que ninguém fique para trás”.

“Quero-vos também falar de um compromisso político que responda aos desafios da transição climática, o maior desafio que as cidades enfrentam hoje em dia”, sublinhou o professor do ensino secundário.

Bruno Martins, candidato do Bloco à Assembleia Municipal de Évora, dirigente distrital do partido e atual deputado municipal, afirmou que a cidade “carrega consigo o sonho de inclusão plena e de romper com o conservadorismo que nos asfixia”.

O candidato bloquista disse que “é frequente ouvir que Évora tem todas as potencialidades para apresentar elevados níveis de desenvolvimento económico e social, o maior concelho do Alentejo, considerada como a sua capital, com uma localização geográfica e geoestratégica privilegiada, com uma riqueza material e imaterial extraordinária, Património Mundial da Humanidade pelo UNESCO, cunho que revela que aqui o seu património, as suas gentes e o seu modo de vida mereceram um reconhecimento especial de valorização. Aliás, este potencial carrega consigo uma ideia de constante esperança”.

“Connosco sonham muitas e sonham muitos, temos esperança, há quem não tenha perdido essa esperança e há quem a queira recuperar. As elites autárquicas, mais ou menos assumidas, trouxeram-nos até aqui. É tempo de fazer diferente, de dar voz às pessoas”, sublinhou Bruno Martins. 

O candidato à Assembleia Municipal vincou que “o nosso lema só poderia ser este: Évora, Agora as Pessoas”.

 

 

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