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Eurodeputados pedem ao novo governo que os deixe visitar políticos catalães na prisão

Depois de terem visto negado o acesso em dezembro às cadeias onde estão dirigentes políticos e sociais da Catalunha, um grupo de eurodeputados reiterou o pedido e espera resposta diferente por parte do novo governo do PSOE.
Protesto à porta do Parlamento Europeu após as prisões dos líderes da ANC e Òmnium Cultural, em outubro de 2017. Foto Grupo dos Verdes no PE/Flickr

O grupo de eurodeputados, que inclui os portugueses Ana Gomes e Marinho e Pinto, diz estar a “seguir de perto como se desenvolvem os acontecimentos na Catalunha”, após ter chegado a “um ponto crítico”. E referem o seu desgosto ao ver que houve até agora “pouca vontade política para encontrar uma solução política para o conflito”.

O pedido de visita às cadeias de Soto del Real, Alcalá-Meco e Estremera, onde se encontram em prisão preventiva dois dirigentes de movimentos sociais e sete políticos catalães — incluindo dois antigos eurodeputados, Oriol Junqueras e Raul Romeva —, foi feito em dezembro e recusado pelas autoridades espanholas.

Os eurodeputados esperam que a recente mudança de governo, com a queda de Rajoy provocada pela moção de censura do PSOE, com apoio do Podemos e de partidos independentistas, facilite a luz verde para a autorização necessária. Dessa forma, esperam que “desta vez possamos levar a cabo a visita sem nenhum impedimento e tendo em conta a nossa condição de representantes eleitos da cidadania europeia”.

 

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