A medida entrou em vigor esta segunda-feira, representando uma reversão das regras introduzidas em 2009. Isto também significa que os parceiros dos diplomatas estrangeiros e dos funcionários da ONU terão de abandonar o país, oficializar a relação ou solicitar outro tipo de visto.
O memorando das Nações Unidas afirma que “A partir de 1 de outubro de 2018, os parceiros do mesmo sexo que acompanham ou pretendam juntar-se a oficiais recém-chegados das Nações Unidas devem fornecer prova de casamento para ter direito a um visto G4”, um visto concedido a funcionários de organizações internacionais e respetivas famílias. Como há vários países onde o casamento entre pessoas do sexo não é legal, a medida trará problemas.
Segundo o Departamento de Estado norte-americano, terá de ser o casamento a determinar a elegibilidade como cônjuge para a atribuição do visto.