Estudantes contestam subfinanciamento do ensino

22 de março 2018 - 15:12

O Dia do Estudante foi marcado por protestos contra o subfinanciamento do Ensino Superior, as propinas, taxas de matrículas, pagamentos de melhorias e outros emolumentos. Em várias cidades do país, contestaram-se as barreiras socioeconómicas que contribuem para vedar o acesso ao Ensino Superio.

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Centenas de estudantes exigiram melhores condições nas escolas e um ensino público gratuito e manifestaram-se contra a existência de exames nacionais.
Centenas de estudantes exigiram melhores condições nas escolas e um ensino público gratuito e manifestaram-se contra a existência de exames nacionais.

Esta quinta-feira, 22 de março, após apelo de várias associações de estudantes, houve concentrações e protestos em Lisboa, no Porto, em Évora, em Braga e em Coimbra.

O manifesto “24 de Março - É tempo de sair à rua” alertara para as consequências do subfinanciamento do Ensino Superior, reconhecendo que as “propinas, taxas de matrículas, pagamentos de melhorias de exames e tantos outros emolumentos desconhecidos são, nos dias de hoje, barreiras socioeconómicas que contribuem para vedar o acesso e frequência do estudantes do Ensino Superior”. Os protestos foram, assim, uma forma de exigir mais financiamento para a Ação Social Escolar e para o Ensino Superior, de forma a contrariar o seu “rumo elitizante”.

Centenas de estudantes exigiram melhores condições nas escolas e um ensino público gratuito e manifestaram-se contra a existência de exames nacionais.