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Enfermeira grávida despedida pelo Centro Hospitalar Lisboa Central

Apesar de ter carência de pessoal de enfermagem, o Centro Hospitalar decidiu cessar o contrato de uma enfermeira grávida. Sindicato reage com indignação: “Este é o reconhecimento que o CHULC dá aos 'heróis' enfermeiros” que enfrentaram a pandemia na linha da frente.
Mulher grávida. Fotografia por Marcos de Madariaga/Flickr
Mulher grávida. Fotografia por Marcos de Madariaga/Flickr

Segundo o SEP, o Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central (CHULC) tem “reconhecidamente” uma falta estrutural de enfermagem, situação que foi agravada pela pandemia covid-19. Apesar desta situação, decidiu cessar o contrato de uma enfermeira que está grávida, denuncia a direção regional de Lisboa do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), citada no site da CGTP.

“Este é o reconhecimento que o CHULC dá aos ‘heróis’ enfermeiros que sempre enfrentaram condições de trabalho adversas, com exposição a agentes químicos, biológicos e físicos, ritmos elevados de trabalho, horários de trabalho penosos e desregulados”, acusa com indignação o SEP.

O sindicato pediu reunião reunião urgente ao CHULC e exige explicações ao ministério da Saúde, face a “esta desconsideração com a profissão de enfermagem”.

O Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central inclui as seguintes unidades hospitalares: Hospital de São José, Hospital dos Capuchos, Hospital de Santa Marta, Hospital Dona Estefânia, Hospital Curry Cabral e Maternidade Dr. Alfredo da Costa,

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