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Eddie Vedder critica Trump e apela a respeito pelos direitos humanos

Os Pearl Jam atuaram este sábado no festival NOS Alive. Antes de interpretar “Imagine”, de John Lennon, Eddie Vedder criticou quem pensa mais no seu lucro do que no ambiente, nos imigrantes e na igualdade. O músico falou ainda sobre a violência contra as mulheres.
Foto publicada na página de facebook de Eddie Vedder.

"Passa-se algo estranho: há pessoas que pensam mais na sua ganância e no seu próprio lucro do que no ambiente, nas pessoas, nos imigrantes, na igualdade, no respeito pelo casamento entre pessoas do mesmo sexo" e nos direitos da comunidade LGBTI+, afirmou o músico.

"É um sinal de alarme, para que todos nós acordemos... Porque eu consigo perceber, daqui de cima, que nenhuma destas questões é um problema para este público", frisou.

Vedder assinalou que pessoas como Barack Obama, “e outras personalidades inteligentes e bem-falantes, preveem que caberá às gerações futuras” mudar este estado de coisas.

"Eles [numa clara referência a líderes como o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump] um dia vão embora, mas é preciso acelerar este processo, acordar os nossos vizinhos e tornarmo-nos numa força para o bem”, acrescentou.

Veja aqui o vídeo do discurso de Eddie Vedder antes de interpretar “Imagine”, de John Lennon:

A música “Can’t Deny Me” foi acompanhada por uma mensagem sobre a violência contra as mulheres em Portugal. Recordando que tem duas filhas, Vedder deixou um apelo: “A quantidade de violência a que as mulheres estão neste momento a ser sujeitas no vosso país… É altura de protegerem as vossas mulheres, as vossas filhas, as vossas amigas”.

“Can’t Deny Me” foi lançada em março de 2018 e tem referências claras ao presidente americano Donald Trump.

“The higher, the farther, the faster you fly
You may be rich but you can’t deny me
Got nothing, got nothing but the will to survive
You can’t control and you can’t deny me”

 

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