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“Cuidemos da saúde cumprindo todas as indicações, cuidemos da democracia vindo votar”

Catarina Martins aderiu ao voto antecipado e deixou uma palavra de agradecimento pelas pessoas que estão a trabalhar nas mesas de voto, bem como aos profissionais de saúde que “estão a dar o seu melhor”. E fez um apelo: “todos devemos votar cumprindo as indicações. Todos somos responsáveis de cuidar pela saúde pública”.
A situação limite em que o Serviço Nacional de Saúde se encontra, diz Catarina, é motivo para “não dispensar toda a capacidade de Saúde em Portugal”.
A situação limite em que o Serviço Nacional de Saúde se encontra, diz Catarina, é motivo para “não dispensar toda a capacidade de Saúde em Portugal”. Foto de Manuel Fernando Araújo, via Lusa.

No dia de voto antecipado para as eleições presidenciais, neste ato eleitoral aberto a toda a população, inscreveram-se mais de 200 mil cidadãos. “Um bom sinal da necessidade das pessoas que querem fazer ouvir a sua voz através da democracia”, diz Catarina Martins.

A coordenadora do Bloco de Esquerda votou esta manhã, em Vila Nova de Gaia, numa fila “onde toda a gente se respeitou, garantindo distanciamento e utilizando máscara”, e deixou um agradecimento a “todos os que estão a trabalhar nas mesas de voto hoje e no dia 24”, data das eleições. A abertura do voto antecipado “permite garantir a segurança de todos” e, por isso, deixou um apelo para o cumprimento das indicações de segurança, porque “todos somos responsáveis de cuidar pela saúde pública”.

“Temos de seguir as indicações da saúde para cuidar da saúde, e temos de votar para cuidar da democracia”, disse.

“Os profissionais de saúde estão a dar o seu melhor. Têm sido incansáveis. Estão exaustos e não abandonam os seus postos de trabalho nem a população portuguesa”, relembrou Catarina Martins.

Estes profissionais “pedem a todos que nos respeitemos uns aos outros e que respeitem os profissionais de saúde que estão a dar o seu melhor todos os dias”, disse ainda.

A situação limite em que o Serviço Nacional de Saúde se encontra, diz Catarina, é motivo para “não dispensar toda a capacidade de Saúde em Portugal”. “Quando há uma pandemia, todos somos chamados a assumir a nossa responsabilidade” e, por isso, defende a requisição do setor privado da saúde, “para que, sob a direção do SNS, se garantam os cuidados prioritários de saúde, sejam covid ou não covid, a toda a população”.

“Não compreendemos porque razão o governo ainda não avançou. Todos os setores da economia sofrem restrições. Não se compreende que em todos os setores possa haver restrições mas quando se chega aos privados da Saúde, possam fazer o que quiserem quando querem”, concluiu.

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