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Colóquio evoca o pensamento de João Martins Pereira

Nos próximos dias 25 e 26 de Novembro, o Centro de Estudos Sociais organiza um colóquio em Lisboa para divulgar, debater e homenagear um dos mais importantes pensadores da esquerda portuguesa das últimas décadas.
Dias 25 e 26 Novembro: Colóquio "João Martins Pereira e o seu, nosso tempo"

O Colóquio "João Martins Pereira e o seu, nosso tempo" tem lugar no auditório do Centro de Informação Urbana de Lisboa - Picoas Plaza, Rua Viriato, 13, Esq.- 1º. A sessão de abertura é no dia 25 às 14h30, com intervenções de Manuel Carvalho da Silva, António Sousa Ribeiro e Rui Bebiano, seguindo-se a abertura da exposição evocativa organizada pelo Centro de Documentação 25 de Abril da UC, com concepção artística de Susana Paiva e coordenação de Natércia Coimbra.

Diana Andringa, Carlos Matos Gomes e Rui Tavares são os oradores da sessão "Esquerdas, centros e margens", a partir das 15h30. Ainda na sexta-feira, pelas 18h, tem início a mesa-redonda "João Martins Pereira - O dito e o feito", com a participação de Adelino Gomes, Fernando Lopes e Jorge Almeida Fernandes.

No sábado, a primeira sessão tem início às 10h, intitulada "Intelectuais, compromissos e poderes", com intervenções de José Neves, Luís Mourão, Luís Trindade e Maria Manuela Cruzeiro. Às 14h30 há a sessão "Capitalismos, dependências e alternativas", com a participação de Francisco Louçã, Fernando Oliveira Baptista, José Reis, João Rodrigues e Manuela Silva. João Cravinho fará a sessão de encerramento às 17h.

A comissão organizadora deste Colóquio é coordenada por Rui Bebiano e apresenta João Martins Pereira como um "pensador inconformista de uma intervenção política que entendia como igualitária e democrática, engenheiro de formação e de profissão, ensaísta atento, governante efémero, jornalista acidental, escritor de causas, estudioso da história do capitalismo português e de economia industrial, foi fundador do Movimento de Esquerda Socialista (MES) e independente obstinado, marxista heterodoxo e não dogmático e ainda, no que repetia ser a sua convicção mais funda, um sartreano radical", para além de permanecer como "uma referência da oposição de esquerda ao Estado Novo durante os anos 60 e 70".

 


Programa completo (em pdf)
 

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