De acordo com os peticionários, esta intenção “contraria a missão, os valores e os pilares de funcionamento desta entidade financeira pública” e “lesa os seus interesses, cria discriminação entre os clientes, penaliza os que têm menor mobilidade e afasta do único banco público português, em tudo não servindo os propósitos desta entidade”.
Através de conferência de imprensa, o Bloco de Esquerda manifestou-se contra este encerramento. De acordo com Pedro Soares, deputado do Bloco, “depois de no ano passado se ter verificado o encerramento de vários balcões no distrito, a Administração da CGD fez saber, através de nota informativa interna, que pretende encerrar os balcões de Nogueira, Celeirós e S. Vicente, em Braga, e o balcão de Arcozelo, em Barcelos".
Para o deputado bloquista, “esta política de concentração dos serviços da CGD desprotege os clientes”, pelo que se exige “que a CGD, enquanto banco público, deva ter uma resposta próxima das populações e das atividades económicas”. “Os custos que a CGD pretende reduzir serão diretamente imputados aos clientes, que terão de gastar mais tempo e dinheiro para obter os mesmos serviços”, conclui.