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Catarina Martins defende reforço dos rastreios para controlar a pandemia

À margem de uma reunião com a Associação Islâmica da Tapada da Mercês e Mem Martins, Catarina Martins defendeu que “muito mais importante que as proibições, é ter equipas de saúde pública que façam os rastreios de contacto”.
Catarina Martins com a Associação Islâmica da Tapada das Mercês e Mem Martins - Foto de António Pedro Santos | Lusa

Catarina Martins, coordenadora nacional do Bloco de Esquerda, acompanhada pelas candidatas e candidatos bloquistas no concelho de Sintra, esteve reunida, hoje, com a Associação Islâmica da Tapada da Mercês e Mem Martins. A iniciativa acontece depois da associação ter contactado o Bloco para discutir a questão dos apoios sociais e das moratórias que afeta particularmente a comunidade imigrante. A dirigente do Bloco afirmou que “há uma decisão muito importante que não pode esperar”, nomeadamente a contratação de profissionais de saúde para o Serviço Nacional de Saúde, “para fazer os rastreamentos de contactos”.

A bloquista frisou que “quando alguém fica infetado, e neste momento há tantos casos em Portugal, as equipas de saúde pública têm tão pouca gente até porque muitas das pessoas que estavam a ajudar foram levadas para os processos de vacinação, não conseguem contactar as pessoas infetadas, saber com quem elas estiveram, fazer o rastreio de contactos e colocar as pessoas em isolamento”.

Para Catarina Martins, “isto quer dizer que há pessoas que devem ficar em isolamento e nem sequer sabem que devem ficar, o que faz com que seja imparável este vírus”.

“Para nós, essa é a medida principal porque por muito responsável que cada um nós seja para tentar evitar o contágio, se não sabe que teve um contacto de risco, se não há uma equipa de saúde pública que entre em contacto e coloque em isolamento profilático, a pessoa vai espalhar o vírus sem saber. Portanto, esta medida é fundamental, mais gente nas equipas de saúde pública”, referiu a Coordenadora Nacional do Bloco.

Catarina Martins considera que “muito mais importante que as proibições, é ter equipas de saúde pública que façam os rastreios de contacto”.

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