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Bloco questiona ausência de estudo de impacte ambiental para expansão da Portela

A cidade de Lisboa, mesmo não conhecendo o impacte que o aeroporto atual tem, tanto a nível de poluição sonora como de partículas, prepara-se para expandir em mais de 30% a sua capacidade.

Num comunicado, o Bloco de Lisboa começou por afirmar que a cidade começou o ano em contradição. “Enquanto se celebra com plantação de árvores a conquista do galardão de capital verde europeia, na prática ignora-se a prevenção mais básica para assegurar a saúde pública na cidade. Isto, infelizmente, é feito à revelia do que foi aprovado, por unanimidade em reunião de Câmara Municipal de Lisboa”, pode ler-se no documento.

No dia 7 de Novembro, foi aprovada a Proposta n.º 782/2019, da qual resulta a necessidade de realização de um estudo sobre o impacte que o aeroporto tem na saúde em Lisboa e a exigência de um estudo de impacte ambiental para a expansão do aeroporto Humberto Delgado.

O Bloco de Esquerda apresentou um requerimento ao Presidente da CML a exigir um ponto de situação sobre todas as medidas aprovadas na Proposta n.º 782/2019, que aparentemente foram ignoradas.

No dia 6 de janeiro, foram divulgadas notícias que davam nota do início das obras de expansão do Aeroporto Humberto Delgado com a previsão do alargamento do estacionamento para aviões e a construção de um novo hangar para os militares e entidades oficiais, novos acessos rodoviários e a reformulação de toda a circulação em torno do aeroporto, e também a ampliação do espaço de check-in de passageiros.

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