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“Bloco não deixará que PSD e CDS fujam às suas promessas”

Fabian Figueiredo lamentou que Luís Montenegro já tenha garantido que irá baixar impostos à banca e às empresas milionárias deste país, mas tenha optado por não dar uma palavra tranquilizadora aos profissionais da Educação, da Saúde, aos oficiais da Justiça ou às forças de segurança.
Fabian Figueiredo, líder parlamentar do Bloco. Foto de Filipe Amorim, Lusa.

Após a Conferência de Líderes na Assembleia da República, o líder paramentar do Bloco lembrou que “ouvimos Luís Montenegro prometer durante a campanha eleitoral que iria recuperar o tempo de serviço dos professores, garantir o subsídio de risco às forças de segurança, valorizar os profissionais de saúde e oficiais de justiça, alterar as regras do Complemento Solidário para Idosos, tornando-as mais justas”.

Fabian Figueiredo lamentou que, após a sua eleição, o líder do PSD tenha optado por um “notório silêncio sobre estas matérias”, comportamento este que foi reforçado por António Leitão Amaro na conferência de imprensa desta quarta-feira após a primeira reunião do Conselho de Ministros.

O dirigente bloquista acusou o PSD de “arrastar estas matérias”, adiando os assuntos. O Bloco já entregou propostas no Parlamento neste sentido e assim que tiver oportunidade irá agendá-las, para que a Assembleia da República vire a página e garanta a paz com os profissionais.

“O Bloco não deixará que o PSD e o CDS fujam às suas promessas”, garantiu.

Fabian Figueiredo registou ainda “a mudança de tom e de motivação” por parte da coligação governamental. O líder parlamentar bloquista referiu, por outro lado, que “não foi preciso haver secretários de Estado para Luís Montenegro garantir que quer baixar impostos à banca e às empresas milionárias deste país”, ao mesmo tempo que “optou por não dar uma palavra tranquilizadora aos profissionais”.

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