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Bloco insiste em reduzir desigualdade salarial

O partido vai voltar a apresentar esta semana a sua proposta de reduzir o leque salarial no interior de cada empresa. José Soeiro considera que a proposta tem o apoio da “vasta maioria” da sociedade.

A proposta apresentada em setembro passado foi chumbada. Mas o Bloco não se conforma. Volta assim a apresentar a projeto de lei par reduzir as desigualdades salariais nas empresas.

O projeto que vai ser apresentado utiliza exemplos como os de António Mexia, da EDP, cujo

“vencimento mensal de 281 salários mínimos” é 49,5 vezes maior do que o salário médio da empresa ou de Pedro Soares dos Santos que ganha num mês o que “um trabalhador do Pingo Doce que ganhe próximo do salário mínimo” ganha em “cerca de 20 anos”.

E os rácios salariais a criar devem ser para cumprir. O projeto do Bloco propõe um agravamento da Taxa Social Única, a exclusão dessas empresas de apoios públicos e de concursos do Estado.

José Soeiro, deputado responsável pelo diploma, declarou ao jornal “Dinheiro Vivo” que “podemos ter uma proposta que aparentemente reúne uma vasta maioria da sociedade portuguesa”.

Soeiro contesta que a bancada do Partido Socialista se limite a querer fazer aprovar uma recomendação ao governo sem efeitos legislativos e manifesta a abertura do partido sobre “a forma de concretizar” a implementação destes rácios nas empresas.

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