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Autonomia da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova deve manter-se

Bloco de Esquerda recomenda ao Governo que a ESGIN, do Instituto Politécnico de Castelo Branco, continue a ser um fator relevante no desenvolvimento local, mantendo a “autonomia administrativa, pedagógica e científica.” Artigo publicado em Interior do Avesso
ESGIN - Foto por Município de Idanha-a-Nova | Facebook
ESGIN - Foto por Município de Idanha-a-Nova | Facebook

No âmbito da reestruturação organizacional do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB), foi anunciado pelo Conselho Geral que as seis Escolas da instituição passariam a ser quatro. A alteração implica a passagem da sede institucional da ESGIN para a Escola Superior de Educação, em Castelo Branco, integrando a nova Escola de Superior de Informática e Gestão de Negócios e perdendo “autonomia administrativa, pedagógica e científica.”

A Escola de Idanha-a-Nova (ESGIN) foi criada pelo Decreto-Lei n.º 153/97, 20 de Junho. Segundo o projeto do Bloco, a sua criação “apresentou-se como um contributo positivo para a coesão social e territorial. E, efetivamente, ao longo destes anos, a articulação da ESGIN com o Município de Idanha-a-Nova e com o tecido socioeconómico envolvente tem sido um fator relevante no desenvolvimento.”

“O alargamento social e territorial do Ensino Superior em Portugal deve-se, em muito, ao papel que os Institutos Superiores Politécnicos assumiram nas últimas três décadas.” Nesse sentido, o Bloco entende que “esse desígnio estratégico, a par de uma política que deve ter como objetivo garantir o direito ao acesso à Educação e ao Conhecimento, não pode admitir recuos”.

Assim, o projeto de resolução bloquista propõe que o Governo “providencie um estudo técnico sobre os impactos sócio-económicos associados ao encerramento da Escola Superior de Idanha-a-Nova” e que articule com o IPCB “uma solução, no âmbito do seu plano de reorganização, que garanta que Idanha-a-Nova continue a ser sede de uma das suas unidades orgânicas e que a autonomia pedagógica, científica e académica da atual ESGI não será perdida.”

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Artigo publicado em Interior do Avesso

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