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Anticorpos laboratoriais protegem macacos contra HIV

Estudo revelou que a injeção de anticorpos produzidos em laboratório protegeu, ao longo de quase seis meses, alguns macacos de uma estirpe de HIV. Resultados podem contribuir para a criação de uma potencial vacina.
Linfócito T infetado com HIV, foto de NIAID/Flick.

Um estudo publicado pela revista científica Natura e divulgado hoje pela agência Lusa mostrou que macacos não tratados, quando expostos ao HIV semian semanalmente, contraiam o vírus, em média, passadas três semanas. Os macacos tratados por uma única injeção, pelo contrário, permaneceram livres do vírus por 23 semanas.

A técnica de injeção de anticorpos já foi usada em humanos como proteção contra a hepatite A, enquanto a vacina não foi disponibilizada. Enquanto uma vacina contra o HIV não for criada, esta técnica pode ter um impacto profundo na transmissão do vírus, evitando novas infeções em populações de risco.

Desde o início do surto da SIDA na década de 1980, segundo a ONU foram infetadas cerca de 71 milhões de pessoas e morreram cerca de 34 milhões de pessoas.

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