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Amorim quer despedir trabalhadores por terem feito greve geral

A empresa “Amorim Revestimentos” avançou com um processo disciplinar para despedimento a 4 dos seus trabalhadores, um dos quais é dirigente sindical. Bloco questiona Governo.
Américo Amorim, o dono da maior fortuna do país

Dois dos trabalhadores a quem foi levantado o processo disciplinar foram já suspensos.

No requerimento (aceda ao texto integral), apresentado pelo deputado Pedro Filipe Soares do Bloco de Esquerda, é salientado que o motivo invocado pela empresa “decorre do activismo sindical ocorrido na recente Greve Geral do dia 24 de Novembro de 2010” e realçado que a atitude da empresa se insere num contexto de perseguição sindical e política, colocando em causa direitos constitucionais.

O deputado, depois de sublinhar que as entidades públicas, como a Autoridade para as Condições no Trabalho (ACT), devem ter uma acção de defesa dos direitos constitucionais dos trabalhadores, pergunta ao Governo que medidas irá tomar: “para averiguar a situação descrita”, para impedir a acção atentatória da administração e para a responsabilizar “ pela atitude persecutória aos trabalhadores em causa”.

Leia mais em: aveiro.bloco.org

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