Amarante: António Simões é candidato do Bloco à Câmara Municipal

19 de setembro 2017 - 14:04

António Alcino Norte Simões será acompanhado por Maria Elisa de Carvalho Antunes de Magalhães, candidata à Assembleia Municipal de Amarante.

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«Como se vem demonstrando a nível nacional, o reforço da votação no Bloco de Esquerda é a garantia da melhoria da qualidade de vida e de um melhor futuro para Amarante», afirma.
«Como se vem demonstrando a nível nacional, o reforço da votação no Bloco de Esquerda é a garantia da melhoria da qualidade de vida e de um melhor futuro para Amarante», afirma.

«Nestas eleições apresentamos uma equipa que alia a experiência à irreverência e criatividade da juventude», afirma António Alcino Norte Simões, candidato à Câmara Municipal de Amarante, que será acompanhado por Maria Elisa de Carvalho Antunes de Magalhães como candidata à Assembleia Municipal de Amarante. 

«Como se vem demonstrando a nível nacional, o reforço da votação no Bloco de Esquerda é a garantia da melhoria da qualidade de vida e de um melhor futuro para Amarante», afirma.

Como traços distintivos de governação municipal, defendem «um orçamento participativo dirigido a todos os munícipes. Promoveremos o referendo local, sempre que a gravidade e a importância das decisões a tomar o exija Não permitiremos trabalho precário nos quadros de pessoal da autarquia».

Segundo os candidatos, Amarante tem carências em vários setores de responsabilidade municipal. O Bloco defende, por exemplo, uma intervenção no rio Tâmega de forma a «criar condições para que a Praia da Aurora seja classificada como praia fluvial». Por outro lado, pretendem que a «fiscalização dos focos de poluição ainda existentes», em particular no Tâmega. 

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Outra das promessas nunca cumprida, tratasse da «nova travessia rodoviária do rio Tâmega a montante da Ponte Nova, já prevista em planos anteriores, e que em muito ajudaria a retirar grande parte do trânsito sobretudo de veículos pesados da zona do Arquinho.

Na Ação Social, a candidatura do Bloco recusa uma visão assistencialista da ação pública e define como prioridade a habitação a custos controlados. Pretendem também implementar uma rede de apoio a idosos particularmente aos que vivem isolados e sem rede familiar de apoio. Relativamente à reabilitação urbana, apostam «numa requalificação urbana que incentive as técnicas de construção tradicionais». 

Propõem também a criação de um “passe social” que permita descontos na utilização de equipamentos municipais ou com os quais o município estabeleça parcerias, destinado aqueles que tenham baixos rendimentos.

Na Cultura, entendem que a Câmara «deve também disponibilizar os espaços adequados para que essas actividades se desenvolvam».Na Educação, pretendem «aumentar o n´mero de creches, por forma a cobrir totalmente o concelho».