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Amadora-Sintra: Greve de anestesistas termina com cerca de 300 cirurgias adiadas

Esta sexta, pelas 20 horas, termina a greve de cinco dias dos médicos anestesistas do Hospital Amadora-Sintra, que exigiam a contratação de mais especialistas e reclamavam condições de segurança clínica.
Fotografia de Paulete Matos
Fotografia de Paulete Matos

A paralisação no Hospital Fernando Fonseca, que começou na segunda-feira de manhã, registou níveis de adesão próximos dos 100%. Com isto, foram adiadas cerca de 300 cirurgias, de acordo com estimativas do secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), Roque da Cunha. O sindicato aponta ainda para mais de 250 exames adiados.

A greve, que foi convocada pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e o Sindicato dos Médicos da Zona Sul, a greve tem o objetivo de reivindicar a contratação de mais especialistas para a equipa de urgência, de forma a garantir a segurança clínica nas áreas de bloco operatório, bloco de partos, unidade de cuidados pós-anestésicos, reanimação intra-hospitalar e atividades fora do bloco operatório. Os sindicatos têm dito que as escalas de urgência abaixo dos mínimos põem e casa a segurança tanto dos doentes como dos profissionais.

No decorrer da greve, o SIM refere que os serviços mínimos foram assegurados.

Nos cinco dias de greve estiveram “assegurados os serviços mínimos com escalas dos serviços de urgência (…) com mais médicos do que aqueles que ocorrem” muitas vezes nos serviços normais, refere o SIM.

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