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Afeganistão: Julho já é o mês mais mortífero para os EUA

Morreram 63 soldados norte-americanos, mais que as 60 baixas de Junho. Dois ataques com artefactos explosivos vitimaram esta quinta mais três militares.
Soldados da Nato no Afeganistão. Foto Isafmedia

Três soldados americanos morreram esta quinta em dois ataques com artefactos explosivos no sul do Afeganistão, informou a Nato em comunicado. Com mais estas baixas, elevam-se assim a 63 o número de mortes de soldados norte-americanos só em Julho, que se tornou assim o mês mais mortífero para as tropas dos EUA desde o início da guerra. Segundo estatísticas da AP, em Junho morreram 60 soldados americanos, num total de 104 mortes de militares da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf) da Nato.

Entre os mortos de Julho estão Justin McNeley e Jarod Newlove, militares capturados pelos taliban na província de Logar, a sul de Cabul, e que depois apareceram mortos.

O presidente Barack Obama, dos Estados Unidos, anunciou em Dezembro um reforço de 30 mil soldados americanos no país. Obama anunciou a 23 de Junho a demissão do general Stanley McChrystal do posto de comandante das forças militares no Afeganistão, depois da divulgação de críticas abertas do general a Obama e ao vice-presidente Joe Biden. O general David Petraeus, então chefe do Comando Central dos Estados Unidos, substituiu McChrystal.

Em Cabul, uma multidão apedrejou e incendiou um veículo do tipo SUV envolvido num acidente de trânsito que provocou a morte de dois cidadãos afegãos. Os SUV são associados aos estrangeiros, mas os ocupantes do veículo fugiram.

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