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1º de Maio com mobilizações em todo o país

Iniciativas da CGTP homenageiam “as mulheres e homens que lutaram e continuam a lutar contra a exploração e por melhores condições de vida e de trabalho”. Movimentos de trabalhadores precários, de ação climática, da cultura, feministas, entre outros, convocam concentrações para integrar os desfiles da Intersindical.
Foto de Paulete Matos

Este sábado, dia internacional do trabalhador, a CGTP-IN convoca mobilizações em todo o país. “Homenageamos as mulheres e homens que lutaram e continuam a lutar contra a exploração e por melhores condições de vida e de trabalho” diz o comunicado publicado na página oficial da Intersindical.

A organização garante a “proteção da saúde e distanciamento sanitário” e sublinha que é preciso estar na rua para valorizar o trabalho e os trabalhadores.

Em Lisboa haverá duas concentrações a partir das 15:00, nos Anjos e no Campo Pequeno, que depois convergem em manifestação até à Alameda. No Porto, a concentração será na Avenida dos Aliados, a partir das 15:00. A lista das mobilizações pode ser vista no site da CGTP.

1º de maio: Combate a pandemia das precariedades

Em Lisboa e no Porto estão previstas concentrações convocadas por várias organizações de trabalhadores precários, de ação climática, da cultura, feministas, entre outros, que depois integram os desfiles da CGTP nas duas cidades.

Os protestos, que juntam a Associação de Combate à Precariedade, o Sindicato dos Trabalhadores de Call-Center, o movimento Climáximo, a Acção Cooperativista, movimentos feministas, entre outras organizações, vão ter concentrações próprias. Em Lisboa o ponto de encontro é às 14:00 no Largo do Intendente, no Porto, a concentração começa à mesma hora na Praça Palestina.

As organizações e movimentos sublinham que a pandemia e a crise sanitária  tornaram visíveis “os trabalhos essenciais à nossa vida coletiva, pessoas que não puderam parar, pois sem elas tudo pára” mas também “quem teve de parar e ficou sem proteção”.

Em comunicado, as organizações reclamam “os cuidados como um direito social, os direitos laborais como pilar inalienável, [e] um processo de transição justa como prioridade”.

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