O SEP refere que na Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) faltam “1.500 enfermeiros de família, para cumprir os rácios médios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (um enfermeiro para 300 a 400 famílias)”.
Recentemente foi aberto um concurso para contratação de 152 enfermeiros onde se estabelece como requisito preferencial “condições técnico-profissionais específicas adquiridas no combate à pandemia, em regime de contrato de trabalho a termo resolutivo”. Todavia, a maioria dos 150 enfermeiros precários atualmente já a trabalhar na ARSLVT não é elegível para ocupar os lugares colocados a concurso.
“Todos são necessários para fazer face a necessidades permanentes”, afirma o SEP, que exige a vinculação definitiva destes trabalhadores.