Ambiente

Numa carta enviada à gigante petrolífera saudita expressam a sua "mais séria preocupação relativamente aos impactos adversos nos direitos humanos causados por atividades como a exploração de combustíveis fósseis que contribuem para as alterações climáticas".

Promotores da iniciativa acreditam que ainda é possível reverter a autorização concedida pelo Ministro do Ambiente à EDP para o abate de 1821 sobreiros em Sines. Se tal não acontecer, avançarão para tribunal e admitem adotar ações de desobediência civil pacífica.

Face à autorização concedida pelo Ministro do Ambiente à EDP para o abate de 1821 sobreiros em Sines, o SOS Ecocídio Vamos Salvar os Sobreiros promove uma manifestação que sai às 12h do alto do Parque Eduardo VII, em Lisboa, até ao Ministério do Ambiente e termina no Príncipe Real.

A quantidade de dinheiro público que flui para o carvão, petróleo e gás em 20 das maiores economias do mundo atingiu um recorde de 1,3 biliões de euros em 2022, de acordo com o grupo de reflexão do Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (IISD).

Na Grécia há incêndios descontrolados e várias localidades tiveram de ser evacuadas. Em três dias arderam 40.000 hectares. Em Itália também 700 pessoas tiveram de ser retiradas das suas casas na segunda-feira na ilha de Elba. E o incêndio de Tenerife ainda lavra, tendo sido deslocadas 12.000 pessoas.

A par das legislativas e da primeira volta das presidenciais, no país votou-se em referendo sobre a exploração de petróleo numa área protegida da Amazónia. Seis em cada dez equatorianos decidiram que este se deveria manter “indefinidamente no subsolo”. Indígenas e ambientalistas dizem que é um resultado histórico.

Cinco meses depois das manifestações em Sainte-Soline, os movimentos ambientalistas insistem na luta contra a apropriação privada da água e os perigos ambientais que trazem estes projetos. Perto de mil pessoas participam diariamente nesta volta à França em bicicleta pelo direito à água.

Tudo indica que estamos perante um ponto de inflexão. Um momento em que, talvez pela primeira vez desde a conquista do fogo, estamos a perder o seu controlo. Estamos a dar passos atrás no domínio dos incêndios. Agora é o fogo que nos conquista. Por Víctor Resco de Dios.

A forte presença da McKinsey na construção da agenda e definição de prioridades da cimeira de Nairobi preocupa 300 organizações não governamentais locais. Denunciam o papel atribuído ao mercado de carbono e a secundarização do fim dos combustíveis fósseis.

Em Tenerife vive-se  um dos incêndios mais complicados “dos últimos 40 anos”. No Canadá, a capital dos Territórios do Nordeste, Yellowknife, está ameaçada e tem ordem de evacuação. Dezenas de milhares de pessoas estão a ser obrigadas a abandonar as suas casas.

Os jovens queixaram-se que o estado viola os seus direitos ao impedir instituições locais de ter em conta os efeitos nocivos das emissões poluentes ao avaliar projetos que envolvem a extração de combustíveis fósseis. Alguns ambientalistas dizem que a sentença é histórica e esperam que faça jurisprudência, o Montana vai recorrer.

O incêndio que consumiu a cidade histórica de Lahaina, na ilha havaiana de Maui, é o mais mortal dos EUA no último século. Autoridades alertam que este desastre natural deixou uma sequela "altamente tóxica", bem como um abastecimento de água potencialmente contaminado.

Associação ambientalista assinala que 28 praias já estiveram interditas e mais de 29 praias já tiveram banho desaconselhado ou proibido esta época balnear, em ambos os casos, mais sete do que em período semelhante de 2022. Zero denuncia falhas graves no Sistema de Informação Nacional.

Começa esta quinta-feira um acampamento contra “a maior mina de lítio a céu aberto da Europa”. No próximo dia 15, uma manifestação será o culminar das atividades de uma luta que está na “linha da frente” do combate “onde travaremos a destruição da vida em nome da sede de lucro” diz a organização.

Apenas alguns países amazónicos, como Brasil e Colômbia, se comprometeram diretamente com a desflorestação zero até 2030, e a redução da exploração de petróleo na Amazónia, reivindicada por Colômbia e Equador, não teve o aval brasileiro.