O feminismo é tomado, por vezes, por um discurso vitimista, muito devido à centralidade da violência doméstica e de género. Que efeitos produz essa agenda? Que mulheres resultam de um movimento que as projeta quase exclusivamente como vítimas? Que sexualidade e corpos sobrevivem à narrativa de medo e dor?
Neste dossier questionamo-nos sobre quem controla e define os corpos femininos. Falamos sobre a perspetiva patriarcal que domina o SNS e analisamos em concreto o exemplo da endometriose. A binariedade patriarcal presente nas decisões sobre corpos intersexo e o impacto que as construções sociais patriarcais têm nas decisões sobre o nosso corpo, levam-nos a uma reflexão sobre literacia do corpo, o impacto que estas opressões têm no acesso ao prazer e a presença de corpos femininos no espaço público. Por fim, concluímos com um questionamento sobre o que mobiliza os movimentos políticos feministas. Dossier organizado por Ana Catarina Marques.
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