Em 14 de dezembro de 1995 os acordos de Dayton terminavam com a guerra na Bósnia-Herzegovina. A paz mantém-se 30 anos depois, mas a região permanece assolada pelas tensões étnicas e pelos desejos nunca ocultados de independência ou de união com as vizinhas Sérvia e Croácia, no caso de sérvios e croatas bósnios, ou de um Estado consolidado e viável, no caso dos bosníacos.
Catarina Martins defende que “nós não somos o país em que uma criança nasce e vive aqui, faz todo o primeiro ciclo e nunca tem direito à nacionalidade”.
O caso finlandês ilustra perfeitamente os impasses da obsessão pela redução do défice. O consumo e o investimento sofreram os efeitos desta política, ao mesmo tempo que as despesas públicas se deterioraram.
Neste projeto tudo aponta para um único fim: garantir legislação que permita manter baixos os crónicos baixos salários que vigoram sobretudo nos sectores menos qualificados.