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João Semedo afirma que o Governo chega ao debate sobre o Conselho Europeu "resignado". "Um Governo que impõe tantos cortes no orçamento do seu país e tantos sacrifícios ao seu povo, não tem autoridade para contestar cortes no orçamento comunitário", disse. "Um Governo submisso à troika não irá bater o pé à Sra. Merkel, nem à elite europeia", acrescentou.

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"A guerra nunca é cirúrgica e muito menos inteligente", declarou Alda Sousa, exigindo uma tomada de posição da Europa que recebeu o Nobel da Paz para parar o massacre israelita sobre Gaza.

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Ana Drago acusa Passos Coelho pelo "gigantesco embuste" que trouxe ao parlamento: "No dia em que apresenta a proposta de Orçamento de Estado mais brutal da história da democracia, Passos Coelho falou ao país como se tivesse sido ontem eleito e não, como é, o primeiro-ministro responsável pelo falhanço de todas, mas todas, as metas orçamentais que tem vindo a defender no último ano".

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No encerramento do debate do OE' 2013 na generalidade, Luís Fazenda critica a austeridade "agravada e sem horizonte" prevista no orçamento do Governo e o seu conflito permanente com a Constituição - "estão a abrir um conflito de regime".

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Catarina Martins dirige-se a Vítor Gaspar, afirmando que "quem escancarou a porta ao desastre está sentado ao seu lado, são os campeões da desorçamentação".

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Luís Fazenda critica Passos Coelho por se ter recusado a responder diretamente a cada bancada parlamentar e por querer "despachar" a discussão do orçamento do Estado.

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A deputada Catarina Martins apresenta o projeto de lei do Bloco que "repõe a taxa do IVA no setor da restauração a 13%",

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Marisa Matias estranha o silêncio do Parlamento Europeu sobre a aplicação de sanções aos países que violam os Tratados por terem excedentes comerciais, como a Alemanha.

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No Parlamento Europeu, Marisa Matias contesta a noção de "disciplina orçamental" que viola os contratos estabelecidos entre os Estados e as suas populações, citando o caso português.

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Luís Fazenda defende o limite das despesas nas campanhas eleitorais, afirmando que a autonomia decisória dos partidos políticos não pode ser posta em causa. "Ainda há 2 anos atrás, propusemos um corte de 50% no financiamento das campanhas eleitorais", diz.

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A deputada do Bloco felicita ironicamente o Ministro da Economia pelo seu "discurso de motivação da maioria" e afirma que é preciso apurar "responsabilidades", referindo que "as pessoas já sabem que os sacrifícios para o controlo da dívida e do défice não resultam" e que "a nossa balança comercial apenas indica que estamos a empobrecer".

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Catarina Martins denuncia a catástrofe na restauração, um setor sufocado pela subida do IVA no ano passado e desafia o Governo a aceitar a proposta do Bloco para que o IVA da restauração volte à taxa intermédia.

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Francisco Louçã questiona o Primeiro-Ministro sobre "quanto e como irá 'devolver' os subsídios" e afirmou que "o governo não pode fingir-se generoso" pois, na verdade, "é obrigado pelo Tribunal Constitucional a pagar pelo assalto que fez ao salário que pertence às pessoas".

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Cecília Honório criticou o PSD e o CDS por recusarem as propostas do Bloco de aumentar a fiscalização do Sistema de Informações da República, e por ainda não terem apresentado os seus projetos de lei que diziam estar prontos em março.