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Pedro Filipe Soares arrasa o desempenho do Governo, depois do ministro Vítor Gaspar ter admitido que a recessão será o dobro da que o Governo tinha previsto há apenas 50 dias.

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Marisa Matias questionou segunda-feira Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu sobre o facto de se persistir numa política económica assente apenas em taxas de juro baixas.

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O primeiro-ministro falava no debate quinzenal com os deputados quando foi interrompido pelo público das galerias a cantar "Grândola Vila Morena". Foi uma ação do grupo Que se Lixe a Troika, integrada na mobilização para a manif de 2 de março em dezenas de cidades portuguesas.

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"Os números oficiais do desemprego dão-nos nota que estamos nos 16,9%, 923 mil pessoas", mas os números reais são bem superiores, pois muitas pessoas já estão desencorajadas de procurar emprego e por isso não fazem parte da estatística", afirmou Mariana Aiveca.

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Helena Pinto defende que "é necessário alargar na sociedade portuguesa o sentimento que a Nova Lei do Arrendamento Urbano só tem um destino: a revogação".

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Ana Drago responde à bancada do PSD, acusando o Governo de enganar os portugueses ao dizer que os aumentos das tarifas eram de 0,9%, quando na verdade chegam a aumentar mais de 200%, para além de retirar os descontos a estudantes e reformados.

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Cecília Honório confronta o "bloco central de interesses" com a presença de deputados nas suas bancadas que trabalham para sociedades de advogados e legislam a favor de interesses do Governo, mantendo suspeitas de promiscuidade.

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João Semedo defendeu a demissão imediata de Franquelim Alves, o ex-administrador da SLN que escondeu do Banco de Portugal as fraudes do BPN, e de Álvaro Santos Pereira, o ministro que o nomeou e diz agora que foi Franquelim que denunciou tudo o que se passou no banco da elite do PSD.

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O deputado Pedro Filipe Soares acusa a proposta do Governo, de alteração à Lei de Enquadramento Orçamental, de ser "mais uma chantagem sobre os serviços públicos, os salários e as pensões". Esta "lei é a garantia de um país submisso aos interesses da banca", é por isso que "o Bloco de Esquerda não compactua com ela".

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A eurodeputada Alda Sousa anunciou em Estrasburgo que o GUE/NGL tenta combater a institucionalização da "ditadura da indústria farmacêutica" e para isso apresenta em plenário um conjunto de emendas à diretiva em discussão sobre estabelecimento dos preços dos medicamentos.

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Na intervenção em plenário, a eurodeputada bloquista afirmou que não é justo que o povo se sacrifique pela recapitalização da banca com dinheiros públicos e depois esse dinheiro não seja usado para financiar as pequenas e médias empresas e ajudar a recuperar o emprego na Europa.

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Luís Fazenda defende que "não é preciso reduzir na despesa social". "É preciso cortar, sim, nos juros, nas transferências para os privados e no amiguismo com o setor financeiro", explica o deputado. "Precisamos de uma reforma fiscal, de política europeia, de crescimento e de investimento", sublinha ainda.

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A deputada Cecília Honório afirma que o Governo "não quer ver que está a afundar o país e a condenar os seus idosos à pobreza extrema". E esclarece que "não é verdade que o Governo tenha aumentado as pensões a 1 milhão e 100 mil pessoas, aumentou apenas a 300 mil , numa média de 2, 3 euros por pessoa".

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Catarina Martins afirma que "hoje é um dia grande na Assembleia da República", pois "pela segunda vez, na nossa democracia, discutimos uma iniciativa legislativa cidadã", e saúda as 40 mil pessoas que propõem "com a força de um projeto de lei, soluções concretas para o problema que vivem: o abuso da precariedade".